sexta-feira, 17 de abril de 2009

Soneto Di Amantes

Soubeste, pois, de mim se distanciar.
Nas vezes que meu corpo quis o teu
Não sei se por capricho ou se por gosto
Só sei que o sentimento em mim morreu

Tornei tão solitário esse lugar
Quebrando as lembranças entre o breu
Queimei a folha que fizeste esboço
Intrínseco e ardente aos planos meus

Quisera que eu não fosse a parte amante
Deste amor pré-destinado a morrer
Pudera eu ter a morte inconsciente

Se eu fosse forte feito o diamante
Tão simples se faria o meu viver
Eu amo mais que não meu peito tente

A.R.S.

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